TRANSIÇÃO POR MEIO DE ALICE

Consultor faz uma analogia entre as aventuras de Alice no País das Maravilhas e a pressa do mundo corporativo. Leia mais!

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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Transição por meio de Alice

Consultor faz uma analogia entre as aventuras de Alice no País das Maravilhas e a pressa do mundo corporativo. Leia mais!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Inovar ou lamentar? A decisão é sua

Cuidado com determinados modelos de crenças, como aquele: “Prefiro ganhar pouco, ter saúde e ser feliz do que ganhar muito e viver preocupado” Quando o resultado das nossas ações não satisfaz, é preciso parar um pouquinho e, com toda a lucidez e humildade, analisar onde podemos estar errando. Viver despreocupadamente é o desejo que trazemos “de fábrica”. Porém, em muitos momentos, deixamos de assumir o controle de nossos pensamentos, sentimentos e atitudes, uma auto-sabotagem que confundimos com uma pseudo-tranquilidade.

Não é raro depararmos com amigos que miram duas opções extremas de vida. Percebem apenas o oito e o oitenta, esquecendo-se das 72 opções que existem entre eles, das sete que antecedem o oito e do infinito que sucede o oitenta. “Prefiro ganhar pouco, ter saúde e ser feliz do que ganhar muito e viver preocupado” é o tipo de crença instalada que nos serve de justificativa para a nossa falta de mobilização e o nosso medo – sim, o medo - de assumir o controle.

Quem disse que não é possível ganhar bem, ter saúde e ser feliz? Essa dissociação entre dinheiro e felicidade, tratados como universos antagônicos, estabelece em nós um padrão limitante de crenças. A partir desse modelo, idealizamos nossos pensamentos, que rascunharão nossos sentimentos, que comporão nossas atitudes e, finalmente, materializarão nossos resultados. O dinheiro é uma energia neutra e sua polarização está nas nossas mãos: é possível tratá-la como algo sujo, que corrompe e demoniza ou como algo que promove mudança, movimenta a economia, gera trabalho, fomenta a tecnologia e todas as outras esferas de prosperidade que a nossa inteligência pode imaginar.

Além do dinheiro, as demais energias neutras à nossa disposição – como o trabalho, o tempo, a fé, a ciência e os relacionamentos, entre outras – estão sujeitas ao nosso padrão mental. A possibilidade de inovação desse padrão é uma realidade, mas a decisão em adotá-la e monitorá-la é individual. O nosso modelo de crenças, ou padrão mental, é o mapa que vai nos orientar no campo da ação, e devemos estar conscientes que, entre mapa e terreno, existem variáveis controláveis e incontroláveis.

Daí a necessidade de avaliar cada passo, parando de tratar tudo como fruto do acaso ou do “azar que me ungiu quando nasci” - outro modelo de crença. No oposto do espírito da inovação está o espírito da lamentação. Quando o padrão mental é de lamentação, o resultado que se atinge, invariavelmente é o de uma vida lamentável.

TEXTO DE:
Eduardo Zugaib (Profissional de comunicação e palestrante – http://www.eduardozugaib.com.br/)
FONTE:
HSM Online
23/08/2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Pré - Sal no Brasil e o Gestor, uma questão a se pensar.

“A fonte de energia mais importante e consumida no mundo globalizado, motivo de muitas guerras e disputas político / econômicas generalizadas, teve mais uma vitória nas Américas. O Pré Sal hoje na América do Sul, deixa o Brasil em evidência frente a este mercado milionário e cobiçado que nos cercam. Quais as vantagens e ameaças que virão com estas descobertas? Nós estaremos preparados para suportar este tipo de tensão?”

O Gestor e o Paradigma

 No universo corporativo há muita preocupação sobre paradigma. Muito se fala e discute sobre este assunto. Há também uma necessidade de inovação, mudança e criatividade. O motivo dessa preocupação e necessidade é devido ao rumo que o mercado tem tomado. Ou acompanhamos o ritmo, ou ficamos para trás. Porém, para que venhamos seguir em frente é importante mudarmos de padrões e modelos.

Planejamento Estratégico

     Precisamos evoluir no mundo empresarial, principalmente quando direcionamos o nosso foco para as micros e pequenas empresas que por mais que o governo tenha investido em campanhas e subsídios junto as instituições competentes como o SEBRAE e outros órgãos que tem como objetivo auxiliar as micro e pequenas empresas , ainda se vê muita falta de preparo e de profissionalismo neste setor; empresas que baixam as portas com no máximo dois anos de funcionamento ou até mesmo no primeiro ano de existência se deterioram, frustrando assim os seus idealizadores.
          Sabemos que na vida é preciso escolher e decidir os melhores caminhos a seguir, dessa maneira nós nos situamos, onde estamos, aonde queremos chegar e que caminhos iremos utilizar para alcançar este objetivo. Da mesma forma deve acontecer com as empresas, caracterizando assim um planejamento estratégico, através do qual podemos projetar o que vai acontecer com a empresa em curto, médio e longo prazo, evitando acontecimentos negativos e passando com firmeza pelos períodos turbulentos.

Por Luis Actos